01- Qual a oração sem sujeito?
• Falaram mal de você.
• Ninguém se apresentou.
• Precisa-se de professores.
• A noite estava agradável.
• Vai haver um campeonato.
O verbo haver não terá sujeito quando significar existir, acontecer ou ocorrer ou quando indicar tempo decorrido:
Vai acontecer um campeonato = Vai haver um campeonato.
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02- Onde há sujeito indeterminado?
• Comecei a estudar muito tarde para o exame.
• Em rico estojo de veludo, jazia uma flauta de prata.
• Soube-se que o proprietário estava doente.
• Houve muitos feridos no desastre.
• Julgaram-no incapaz de exercer o cargo.
Há duas possibilidades de se construir uma oração com sujeito indeterminado:
a- Conjugando-se o verbo na terceira pessoa do plural (Eles) de qualquer tempo do indicativo ou do subjuntivo, sem que haja clareza quanto a quem seja o sujeito na oração ou em orações anteriores.
b- Conjugando-se o verbo na terceira pessoa do singular de qualquer tempo do indicativo ou do subjuntivo, acrescentado-se o pronome se, índice de indeterminação do sujeito. Os verbos têm de ser os seguintes: verbo transitivo indireto acompanhado de objeto indireto; verbo de ligação acompanhado de predicativo do sujeito; verbo transitivo direto acompanhado de objeto direto preposicionado; verbo intransitivo sem sujeito expresso.
- A frase que apresenta sujeito indeterminado é a seguinte: Julgaram-no incapaz de exercer o cargo: O verbo está na terceira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo e não há clareza quanto a quem o julgou incapaz.
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03- Há crianças sem carinho. / Disseram-me a verdade. / Construíram-se represas.
Os sujeitos das orações apresentadas são, respectivamente:
• Inexistente, indeterminado, simples
• Indeterminado, implícito, indeterminado
• Simples, indeterminado, indeterminado
• Inexistente, inexistente, simples
• Indeterminado, simples, inexistente
- O verbo haver não terá sujeito quando significar existir, acontecer ou ocorrer ou quando indicar tempo decorrido: Há crianças sem carinho = Existem crianças sem carinho.
- Verbo na terceira pessoa do plural (Eles) de qualquer tempo do indicativo ou do subjuntivo, sem que haja clareza quanto a quem seja o sujeito na oração ou em orações anteriores tem sujeito indeterminado: (Eles) Disseram a verdade.
- Oração com verbo transitivo direto acompanhado de objeto direto seguido do pronome se tem a seguinte estrutura sintática: o pronome se é denominado de partícula apassivadora; o objeto direto transforma-se em sujeito paciente; o verbo passa a concordar com o sujeito paciente. Em Construíram-se represas ocorre isso. O sujeito é, portanto, simples: represas.
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04- Em 1949 reuniram-se em Perúgia, Itália, a convite da quase totalidade dos cineastas italianos, seus colegas de diversas partes do mundo. O núcleo do sujeito de reuniram-se é:
• cineastas
• convite
• colegas
• totalidade
• se
Quem é que se reuniu? Resposta: seus colegas de diversas partes do mundo. O núcleo do sujeito é o substantivo colegas.
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05- Onde há sujeito indeterminado?
• Compram-se jornais velhos.
• Confia-se em suas palavras.
• Chama-se José o sacerdote.
• Choveu muito.
• É noite.
Há duas possibilidades de se construir uma oração com sujeito indeterminado:
a- Conjugando-se o verbo na terceira pessoa do plural (Eles) de qualquer tempo do indicativo ou do subjuntivo, sem que haja clareza quanto a quem seja o sujeito na oração ou em orações anteriores.
b- Conjugando-se o verbo na terceira pessoa do singular de qualquer tempo do indicativo ou do subjuntivo, acrescentado-se o pronome se, índice de indeterminação do sujeito. Os verbos têm de ser os seguintes: verbo transitivo indireto acompanhado de objeto indireto; verbo de ligação acompanhado de predicativo do sujeito; verbo transitivo direto acompanhado de objeto direto preposicionado; verbo intransitivo sem sujeito expresso.
- A frase que apresenta sujeito indeterminado é a seguinte: Confia-se em suas palavras, pois o verbo é transitivo indireto acompanhado de objeto indireto e há o pronome se.
- Em Compram-se jornais velhos, o se é partícula apassivadora, e jornais velhos, sujeito simples.
- Em Chama-se José o sacerdote, o se é partícula apassivadora, e o sacerdote, sujeito simples: O sacerdote é chamado José.
- Em Choveu muito e É noite, não há sujeito por haver indicação de fenômeno da natureza.
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06- O sujeito é simples e determinado em:
• Há somente um candidato ao novo cargo, doutor?
• Vive-se bem ao ar livre.
• Na reunião de alunos, só havia pais.
• Que calor, filho!
• Viam-se eleitores indecisos durante a pesquisa.
- O verbo haver fica na terceira pessoa do singular quando for impessoal. Isso acontece quando significar existir, acontecer ou ocorrer ou quando indicar tempo decorrido: Há somente um candidato = Existe somente um candidato; ...só havia pais = só existiam pais.
- Na frase Que calor, filho! não há sujeito por não haver verbo.
- É partícula apassivadora o pronome se junto a verbo transitivo direto acompanhado de objeto direto, que se transforma em sujeito paciente. O verbo concordará com o sujeito: Que é que se viam? Resposta: eleitores indecisos. Como o sujeito paciente está na terceira pessoa do plural, o verbo ver tem de ficar na terceira pessoa do plural: Viam-se. Como o sujeito é representado por um núcleo só, o sujeito é simples determinado.
- É índice de indeterminação do sujeito o pronome se junto a verbo transitivo indireto acompanhado de objeto indireto; verbo de ligação acompanhado de predicativo do sujeito; verbo transitivo direto acompanhado de objeto direto preposicionado; verbo intransitivo sem sujeito expresso. O verbo ficará na terceira pessoa do singular: A oração Vive-se bem ao ar livre contém um verbo intransitivo sem sujeito expresso junto do pronome se, que é denominado, portanto, de índice de indeterminação do sujeito.
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07- Preencha a segunda lacuna conforme o código estabelecido na primeira e assinale a alternativa de acorde com essa relação:
(1) sujeito determinado simples
(2) sujeito indeterminado
(3) sujeito desinencial (implícito na terminação verbal)
(4) sujeito paciente
(5) sujeito inexistente
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( ) Era um mistério curioso aquela vida.
( ) No auge da rebelião, houve um tiroteio de quinze minutos entre policiais e bandidos.
( ) Quando se dispõe de força interna, vive-se melhor.
( ) Corrigiram-se os artigos após a última emenda do jornalista.
( ) Nem quererá despejá-lo imediatamente.
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• 5 – 3 – 2 – 1 -4
• 5 – 3- 2 – 4 – 1
• 1 – 5 – 2 – 4 – 3
• 1 – 3 – 5 – 2 – 4
• 1 – 5 – 3 – 2 – 4
- A ordem direta da primeira oração é Aquela vida era um mistério curioso. O sujeito do verbo ser é aquela vida; determinado simples. (1)
- O verbo haver fica na terceira pessoa do singular quando for impessoal, ou seja, quando não houver sujeito, ou o sujeito for inexistente. Isso acontece quando significar existir, acontecer ou ocorrer ou quando indicar tempo decorrido: “...houve um tiroteio” = aconteceu um tiroteio. (5)
- É índice de indeterminação do sujeito o pronome se junto a verbo transitivo indireto acompanhado de objeto indireto; verbo de ligação acompanhado de predicativo do sujeito; verbo transitivo direto acompanhado de objeto direto preposicionado; verbo intransitivo sem sujeito expresso. O verbo ficará na terceira pessoa do singular: A oração Quando se dispõe de força interna contém um verbo transitivo indireto acompanhado de objeto indireto junto do pronome se, que é denominado, portanto, de índice de indeterminação do sujeito. O sujeito é, então, indeterminado. (2)
- É partícula apassivadora o pronome se junto a verbo transitivo direto acompanhado de objeto direto, que se transforma em sujeito paciente. O verbo concordará com o sujeito: Que é que se corrigiram? Resposta: os artigos. Como o sujeito paciente está na terceira pessoa do plural, o verbo corrigir tem de ficar na terceira pessoa do plural: Corrigiram-se. (4)
- Na última oração, o sujeito não está expresso, mas sabe-se de quem se trata: ele ou ela. O sujeito é, portanto, desinencial (implícito na terminação verbal).
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08- Quando a oração não tem sujeito, o verbo fica na terceira pessoa do singular. Esta afirmação pode ser comprovada em:
• Chegou o pacote de livros.
• Existe muita gente amedrontada.
• Ainda há crianças sem escola.
• Não procede a acusação contra ele.
• É proibida a entrada.
Encontra-se o sujeito de um verbo perguntando-se a ele Que(m) é que .....?. A resposta a essa pergunta é o sujeito.
- Que é que chegou? Resposta: o pacote de livros.
- Que é que existe? Resposta: muita gente amedrontada.
- Que é que há? Resposta: crianças sem escola.
Observe que essa última frase apresenta algo diferente das demais: o verbo concorda com o sujeito, mas, nessa frase, isso não ocorre: crianças está no plural, e há, no singular. Isso ocorre porque crianças não é o sujeito de há. O verbo haver não tem sujeito quando significa existir ou acontecer ou ainda quando indicar tempo decorrido. Ainda existem crianças sem escola. O verbo haver é, portanto, impessoal. Aquilo que parece ser o seu sujeito é objeto direto, uma vez que o verbo é transitivo direto.
- Que é que não procede? Resposta: a acusação contra ele.
- Que é que é proibida? Resposta: a entrada.
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09- Onde não há sujeito?
• Precisa-se de empregados.
• Chamaram-nos às pressas.
• Precisamos permanecer atentos.
• Vai fazer dois anos que ele partiu.
• Chegaram notícias do exterior.
- O verbo fazer não terá sujeito quando indicar tempo decorrido ou fenômeno da natureza. Na frase Vai fazer dois anos há a indicação de tempo decorrido, por isso não há sujeito.
- Precisa-se de empregados: O pronome se se denomina índice de indeterminação do sujeito, por acompanhar verbo transitivo indireto com seu objeto indireto. O sujeito é, portanto, indeterminado.
- Chamaram-nos às pressas: O sujeito é indeterminado, pois o verbo está na terceira pessoa do plural, e não há sujeito expresso na oração.
- Precisamos permanecer atentos: O sujeito é oculto, nós.
- Chegaram notícias do exterior: Que é que chegou? Resposta: notícias. Sujeito simples, portanto.
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10- Onde há sujeito composto?
• Deus, Deus, que farei?
• Os livros contemplei, os quadros e as outras obras.
• Nós, homens do futuro, venceremos.
• Foram João e Maria.
• Ontem foi João e José, hoje.
- Sujeito composto é aquele que possui dois ou mais núcleos. Isso ocorre na frase Foram João e Maria.
- Deus, Deus, que farei: O sujeito é oculto, eu.
- Os livros contemplei...: O sujeito é oculto, eu.
- Nós, homens do futuro, venceremos: O sujeito é simples, nós.
- Ontem foi João e José, hoje: Há duas orações, portanto há dois sujeitos. Primeira oração: Ontem foi João; segunda: José foi hoje. Ocorreu a elipse do verbo ir para evitar sua repetição. Há, porém, um equívoco na frase apresentada: falta uma vírgula antes da conjunção e: Ontem foi João, e José, hoje. Quando houver sujeitos diferentes antes e depois da conjunção e, haverá vírgula separando as duas orações.
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11- “De tudo ao meu amor serei atento / Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto / Que mesmo em face de maior encanto / Dele se encante mais meu pensamento”. O sujeito do verbo encantar é:
• que
• encanto
• dele
• pensamento
• ele
Quem é que se encanta? Resposta: meu pensamento.
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12- Se V. Excelência ........................... partir, só me resta desejar-........... que ................. feliz.
• pensais, vos, seja
• pensa, lhe, seja
• pensais, vos, sejais
• pensa, vos, sejais
• pensais, lhe, seja
Os pronomes de tratamento são pronomes de terceira pessoa, por isso tudo o que a eles se refere tem de ficar na terceira pessoa: pensa, lhe, seja.
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13- Em muito pouco tempo, ....................... vários erros, e ........................ muitas horas para corrigi-los.
• foram cometidos, serão necessárias
• foi cometido, será necessário
• foram cometidos, será necessárias
• foi cometido, será necessárias
• foram cometidos, será necessária
- Que é que foi cometido? Resposta: vários erros. Como o sujeito está no plural, o verbo também terá de estar: Vários erros foram cometidos.
- Que é que será necessário? Resposta: muitas horas. Como o sujeito está no plural, o verbo também terá de estar: Muitas horas serão necessárias.
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14- ...................... fazer cinco meses que não a vemos; .................. existir motivos imperiosos para a sua ausência, pois, se não ...................., ela já nos teria procurado.
• Vai, deve, houvessem
• Vai, devem, houvesse
• Vão, deve, houvesse
• Vão, devem, houvesse
• Vão, devem, houvessem
- O verbo fazer não terá sujeito quando indicar tempo decorrido ou fenômeno da natureza. Quando isso ocorrer ele terá de ficar na terceira pessoa do singular. Na frase Vai fazer cinco meses há a indicação de tempo decorrido, por isso não há sujeito e a locução verbal fica no singular.
- O verbo haver fica na terceira pessoa do singular quando for impessoal. Isso acontece quando significar existir, acontecer ou ocorrer ou quando indicar tempo decorrido: Se não existisse = se não houvesse.
- O verbo existir tem sujeito e com ele tem de concordar: Que é que deve existir? Resposta: motivos imperiosos devem existir.
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15- Não .................... eu que ..................... ao desamparo um pai idoso, a quem a velhice ou a doença ..................... do sustento próprio.
• foi – deixou – privaram
• fui – deixei – privou
• fui – deixou – privou
• foi – deixei – privou
• foi – deixei – privaram
- Não fui eu, pois o verbo tem de concordar com o sujeito.
- Quando o sujeito for o pronome relativo que, o verbo concordará com o elemento antecedente: eu deixei.
- Quando o sujeito for composto e seus núcleos forem ligados pela conjunção ou com a indicação de exclusão, o verbo tem de ficar no singular. É o que ocorre na frase: se a velhice privá-lo do sustento, impede que a doença também o prive.
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16- A essa altura, não ..................... mais ingresso, pois já ....................... dias que a casa tem estado com a lotação esgotada.
• deve haver, faz
• deve haver, fazem
• deve haverem, faz
• devem haver, fazem
• devem haver, faz
- O verbo fazer não terá sujeito quando indicar tempo decorrido ou fenômeno da natureza. Quando isso ocorrer ele terá de ficar na terceira pessoa do singular. Na frase faz dias há a indicação de tempo decorrido, por isso não há sujeito e o verbo fica no singular.
- O verbo haver fica na terceira pessoa do singular quando for impessoal. Isso acontece quando significar existir, acontecer ou ocorrer ou quando indicar tempo decorrido: na frase não deve haver mais ingressos há o significado de existir, por isso não há sujeito e o verbo fica no singular. Como houve a formação de locução verbal, o verbo auxiliar também fica no singular.
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17- Já ................. ser sete horas quando, ....................... a fumaça e o fogo, os bombeiros abandonaram o local do incêndio.
• deveria, extinto
• deveria, extinta
• deveria, extintos
• deveriam, extinta
• deveriam, extintas
- O verbo ser concorda com o número a que se refere quando indicar horas e distância. Como, na frase, houve a formação de locução verbal, o verbo auxiliar também concorda com o número: deveriam ser sete horas.
- Um adjetivo que funciona como adjunto adnominal qualificando dois ou mais adjetivos concorda somente com o substantivo mais próximo, quando estiver antes deles: extinta a fumaça e o fogo.
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18- Asseguro a V. Excelência que não ....................... incomodar-.............. com a elaboração dos testes; ......................... ficar tranquilo.
• precisa, se, pode
• precisa, se, podes
• precisas, te, podes
• precisais, vos, podeis
• precisa, vos, pode
- Os pronomes de tratamento são pronomes de terceira pessoa, por isso tudo o que a eles se refere tem de ficar na terceira pessoa: precisa, se, pode.
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19- ......................... meses que ........................ os resultados do concurso sobre poesia. .................... muitos ganhadores e prêmios.
• Faz, saíram, Houve
• Fazem, saíram, Houveram
• Fazem, saiu, Houveram
• Fazem, saiu, Houve
• Faz, saiu, Houve
- O verbo fazer não terá sujeito quando indicar tempo decorrido ou fenômeno da natureza. Quando isso ocorrer ele terá de ficar na terceira pessoa do singular. Na frase faz meses há a indicação de tempo decorrido, por isso não há sujeito e o verbo fica no singular.
- O verbo haver fica na terceira pessoa do singular quando for impessoal. Isso acontece quando significar existir, acontecer ou ocorrer ou quando indicar tempo decorrido: na frase Houve muitos ganhadoras há o significado de existir, por isso não há sujeito e o verbo fica no singular.
- O verbo sair tem de concordar com o sujeito: Que é que saiu? Resposta: os resultados. Como o sujeito está no plural, o verbo tem de ficar no plural.
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20- Dadas as sentenças:
I- Reparem no que o conferencista está dizendo.
II- Devem haver muitas pessoas revoltadas naquele país.
III- Depois do que você me fez, acho que estamos quite.
Deduzimos que:
• Apenas a sentença número I está correta.
• Apenas a sentença número II está correta.
• Apenas a sentença número III está correta.
• Todas estão corretas.
• Nenhum sentença está correta.
I- Certa: O verbo reparar está no plural por ter sujeito oculto vocês.
II- Errada: O verbo haver fica na terceira pessoa do singular quando for impessoal. Isso acontece quando significar existir, acontecer ou ocorrer ou quando indicar tempo decorrido: na frase Deve haver muitas pessoas há o significado de existir, por isso não há sujeito e o verbo fica no singular. Como houve a formação de locução verbal, o verbo auxiliar também fica no singular.
III- Errada: Quite concorda com o elemento a que se refere: Quem é que está quite? Resposta: nós, por isso tem de ficar no plural: quites.
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21- Os vendedores .................... aguardar aqui, enquanto você recolhe as ordens de entrada que lhes ........................... .
• podem, foram dadas
• pode, foi dado
• podem, foram dados
• pode, foram dadas
• podem, foi dado
- Quem é que pode aguardar? Resposta: os vendedores. Sujeito no plural; verbo também no plural: Os vendedores podem aguardar.
- Que é que lhe foi dado? Resposta: as ordens de entrada. Sujeito no plural; verbo também no plural: As ordens de entrada lhes foram dadas.
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22- Creio que ..................... existir meios capazes de solucionar estes problemas que nos ......................... já ....................... muitos anos.
• deve, afligem, fazem
• deve, afligem, faz
• devem, aflige, fazem
• devem, afligem, faz
• devem, afligem, fazem
- O verbo existir tem sujeito e com ele tem de concordar: Que é que deve existir? Resposta: meios capazes devem existir.
- Que é que nos aflige? Resposta: estes problemas. Sujeito no plural; verbo também no plural: Estes problemas nos afligem.
- O verbo fazer não terá sujeito quando indicar tempo decorrido ou fenômeno da natureza. Quando isso ocorrer ele terá de ficar na terceira pessoa do singular. Na frase faz muitos anos há a indicação de tempo decorrido, por isso não há sujeito e o verbo fica no singular.
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23-
• Haviam, entre os meses de outubro e dezembro, ocorrido pancadas de chuva tão violentas que as estradas estavam em péssimas condições.
• Se houver desistências, as vagas poderão ser preenchidas por candidatos sem habilitação legal.
• Embora muitas dificuldades houvessem surgido, os trabalhos foram concluídos em tempo hábil.
• Todas as opiniões que houvesse entre os participantes do encontro seriam debatidas democraticamente.
• Ninguém sabe se vão haver ou não novas inscrições para o concurso anunciado há duas semanas.
O verbo haver é impessoal quando significar existir, acontecer ou ocorrer ou ainda quando indicar tempo decorrido. Nesses casos, fica obrigatoriamente na terceira pessoa do singular. Se formar locução verbal, o auxiliar também tem de ficar no singular.
Ninguém sabe se acontecerão novas inscrições = Ninguém sabe se haverá novas inscrições = Ninguém saber se vai haver novas inscrições.
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24- “... e antes nunca houvesse aberto o bico...”; “Assim da tua vanglória há muitos que se ufanam.” Nestas passagens, o verbo haver é, respectivamente:
• auxiliar e auxiliar
• auxiliar e impessoal
• impessoal e impessoal
• principal e auxiliar
• principal e impessoal
Em houvesse aberto, o verbo haver é auxiliar de locução verbal; aberto é o principal.
Em há muitos, o verbo haver é impessoal, pois significa existir.
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25- Em todas as frases, os termos em negrito exercem a função de sujeito, exceto em:
• Quem sabe de que será capaz a mulher de seu sobrinho?
• Raramente se entrevê o céu nesse aglomerado de edifícios.
• Amanheceu um dia lindo, e por isso todos correram às piscinas.
• Era somente uma velha, jogada num catre preto de solteiros.
• É preciso que haja muita compreensão para com os amigos.
Sujeito é o termo sobre o qual o verbo enuncia algo. Encontra-se o sujeito de um verbo perguntando-se a este Que(m) é que ....?
Quem é que será capaz? Resposta: a mulher de seu sobrinho.
Que é que se entrevê? Resposta: o céu.
Que é que amanheceu? Resposta: um dia lindo.
Quem é que era somente uma velha? Resposta: não está escrito na oração o sujeito do verbo ser. Como o verbo está na terceira pessoa do singular, o sujeito é oculto.
Que é que é preciso? Resposta: que haja muita compreensão para com os amigos (oração subordinada substantiva subjetiva)
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26- Na oração “Esboroou-se o balsâmico indianismo de Alencar ao advento dos Rondons”, a classificação do sujeito é:
• oculto
• inexistente
• simples
• composto
• indeterminado
Sujeito é o termo sobre o qual o verbo enuncia algo. Encontra-se o sujeito de um verbo perguntando-se a este Que(m) é que ....?
Que é que se esboroou? Resposta: o balsâmico indianismo de Alencar. O sujeito é, portanto, simples, aquele que possui apenas um núcleo: indianismo.
Esboroar: reduzir a pó; desfazer.
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27- “Nesse momento começaram a feri-lo nas mãos, a pau.” Nessa frase o sujeito do verbo é:
• nas mãos
• indeterminado
• eles (determinado)
• inexistente ou eles: dependendo do contexto
• oculto
Quem é que começou a feri-lo? Resposta: Eles. Como não aparece a resposta na oração, mas pode-se colocar o pronome eles, o sujeito é indeterminado.
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28- “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas / De um povo heróico o brado retumbante...” O sujeito desta afirmação com que se inicia o Hino Nacional é:
• indeterminado
• um povo heróico
• as margens plácidas do Ipiranga
• do Ipiranga
• o brado retumbante
Os primeiros versos do Hino Nacional apresentam uma inversão primorosa. A ordem direta do período é a seguinte: As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heróico. O sujeito é, portanto, simples: as margens plácidas do Ipiranga.
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29- “Não faças a outrem o que não queres que te façam”. O sujeito de faças é:
• agente
• indeterminado
• paciente
• inexistente
• a oração que te façam
O verbo fazer está conjugado na segunda pessoa do singular do presente do indicativo (que tu não faças). Este é o sujeito, então: tu, sujeito simples agente. Simples por ter um só núcleo; agente por praticar a ação.
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30- “Não faças a outrem o que não queres que te façam”. Na oração que não queres o sujeito é a palavra:
• que
• o
• tu
• te
• outrem
O verbo querer está conjugado na segunda pessoa do singular do presente do indicativo (tu queres). Este é o sujeito, então: tu, sujeito simples agente. Simples por ter um só núcleo; agente por praticar a ação.
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31- “Minha alva Dinamene, a Primavera, / Que os campos deleitosos pinta e veste, / E, rindo-se, uma cor aos olhos gera / Com que na terra vem o Arco celeste / O cheiro, rosas, flores, a verde hera, / Com toda formosura amena agreste, / Não é para meus olhos, tão formosa / Como a tua, que abate o lírio e a rosa” (Camões)
Em Que os campos deleitosos pinta e veste, o sujeito dos verbos pinte e veste é:
• os campos deleitosos
• Minha alva Dinamene
• Indeterminado
• a Primavera
• Que
Quem é que pinta e veste os campos deleitosos? Resposta: A primavera.
Há, porém, entre os verbos e “a Primavera”, o pronome relativo que. Este é, portanto, o sujeito.
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32- “Quem diz o que quer, ouve o que não quer”. Qual o sujeito do trecho que não quer?
• que
• ele
• o
• você
• inexistente
Há, no período, o pronome relativo indefinido quem, que equivale a a pessoa que: A pessoa que diz o que quer ouve o que não quer. Nesse período, o sujeito do verbo dizer é o pronome relativo que e o sujeito do verbo ouvir é a pessoa. Como o pronome quem substitui a expressão a pessoa que, ele é sujeito de ambos nos verbos. O exame vestibular que apresentou essa oração apresentou como sujeito do verbo querer o pronome ele, o que não condiz com as regras gramaticais.
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33- Na oração Mas uma diferença houve..., o sujeito é:
• agente
• indeterminado
• paciente
• inexistente
• oculto
O verbo haver é impessoal quando significar existir, acontecer ou ocorrer ou ainda quando indicar tempo decorrido. Nesses casos, fica obrigatoriamente na terceira pessoa do singular. Verbo impessoal é aquele que não tem sujeito: sujeito inexistente, portanto.
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34- “Éramos três velhos amigos na praia quase deserta”. O sujeito dessa oração é:
• subentendido
• claro, composto e determinado
• indeterminado
• inexistente
• claro, simples e determinado
O sujeito do verbo ser é o pronome nós, que não aparece escrito na oração. O sujeito, portanto, está oculto ou subentendido.
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35- Em “Na mocidade, muitas coisas lhe haviam acontecido”, temos oração:
• sem sujeito
• com sujeito simples e claro
• com sujeito oculto
• com sujeito composto
• com sujeito indeterminado
Que é que lhe haviam acontecido? Resposta: muitas coisas. Este é o sujeito, portanto: simples e claro.
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36- Observe as orações seguintes:
1- Dizem por aí tantas coisas...
2- Nesta faculdade acolhem muito bem os alunos.
3- Obedece-se aos mestres.
O sujeito está indeterminado:
• somente na 1
• na 2 somente
• na 3 somente
• em duas delas somente
• nas três orações
O sujeito será indeterminado nos seguintes casos:
1- Verbo na terceira pessoa do plural de qualquer tempo do indicativo ou do subjuntivo sem clareza quanto a quem seja o sujeito na oração apresentada ou em anteriores. É o que ocorre na oração 1: Dizem por aí... e na 2: ...acolhem os alunos.
2- Verbo na terceira pessoa do singular acompanhado do pronome se, índice de indeterminação do sujeito. Isso ocorre com os seguintes verbos:
VTI acompanhado de OI; É o que ocorre na 3: Obedece-se aos mestres.
VL acompanhado de OS;
VTD acompanhado de OD preposicionado
VI, sem sujeito claro na oração.
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37- No período “Ser amável e ser egoísta são coisas distintas”, o sujeito é:
• indeterminado
• “ser amável”
• “coisas distintas”
• “ser amável e ser egoísta”
• Oculto
Que é que são coisas distintas? Resposta: Ser amável e ser egoísta. Este é o sujeito, portanto.
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38- É provável que ................. vagas na academia, mas não ................... pessoas interessadas; são muitas as formalidades a ................ cumpridas.
• hajam – existem – ser
• hajam – existe – ser
• haja – existem – serem
• haja – existe – ser
• hajam – existem – serem
- Verbo haver significado existir é impessoal. Fica no singular obrigatoriamente: “... haja vagas...”
- O verbo existir não é impessoal; concorda com o sujeito: Que é que existe? Resposta: pessoas interessadas. Como o sujeito está no plural, o verbo também tem de ficar no plural: “... existem pessoas interessadas...”
- Verbo no infinitivo, na voz passiva, antecedido da preposição a, tem de concordar com o sujeito: Que é que será cumprido? Resposta: as formalidades. Como o sujeito está no plural, o verbo também tem de ficar no plural: “... as formalidades a serem cumpridas”.
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39- ................... de exigências! Ou será que não ................ os sacrifícios que .................. por sua causa?
• Chega – bastam – foram feitos
• Chega – bastam – foi feito
• Chegam – basta – foi feito
• Chegam – basta – foram feitos
• Chegam – bastam – foi feito
- Chega de exigências: Os verbos chegar e bastar, no imperativo, acompanhados da preposição de, são impessoais. Ficam no singular obrigatoriamente.
- Ou será que não bastam os sacrifícios: Que é que não basta? Resposta: os sacrifícios. Como o sujeito está no plural, o verbo também tem de ficar no plural
- foram feitos: Que é que foi feito? Resposta: os sacrifícios. Como o que foi feito está no plural, o verbo também tem de ficar no plural, ainda que o sujeito seja o pronome relativo que.
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40- Suponho que ................... meios para que se .................. os cálculos de modo mais simples.
• devem haver – realize
• devem haver – realizem
• deve haverem – realize
• deve haver – realizem
• deve haver – realize
- Verbo haver significado existir é impessoal. Fica no singular obrigatoriamente. Formando locução verbal, o auxiliar também fica no singular: Suponho que deve haver meios.
- VTD acompanhado de OD e do pronome se: o pronome se será partícula apassivadora, o OD se transformará em sujeito e o VTD concordará com o sujeito: realizar é VTD, pois Quem realiza, realiza algo, logo os cálculos funciona como sujeito de realizar, que tem de concordar com o sujeito: realizem.
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